Falta de planeamento dificulta vida aos gestores quando contratam

Falta de planeamento dificulta vida aos gestores quando contratam


Estudo mostra que há dificuldades em mais de metade dos casos. Produção surge como a área mais problemática em termos de contratação (identificada por 47%), seguida pelo departamento de vendas, que representa um desafio para 38%

 

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Mais de metade dos gestores assumem ter dificuldades na contratação. Esta é uma das principais conclusões do mais recente estudo realizado a 130 organizações a nível nacional pela ActionCOACH, uma empresa de coaching empresarial.

Ken Gielen, um dos responsáveis pela elaboração do estudo da ActionCOACH Portugal esteve no espaço da Economia 24 do “Diário da Manhã” da TVI, e dá algumas justificações para esta dificuldade:

“A dificuldade existe porque grande parte do tecido empresarial português não tem alguém, estrategicamente, colocado nos recursos humanos”,disse.

Ken Gielen não exclui o fato de a taxa de desemprego estar a diminuir (caiu para valores mensais de 2004 em abril), mas é, principalmente, a falta de planeamento e “marketing” para que cada empresa se torne apelativa na hora de contratar.

A produção surge como a área mais problemática em termos de contratação (identificada por 47%), seguida pelo departamento de vendas, que representa um desafio para 38%. Pelo contrário, o recrutamento de profissionais para a administração parece ser a tarefa mais fácil, sendo apontado como uma dificuldade por apenas oito por cento dos gestores.

Acresce que 76% das empresas fazem a contratação internamente, não recorrendo a empresas especializadas ou a sistemas comprovados.

As dificuldades na contratação não parecem, no entanto, resultar numa maior formação das equipas, já que quase metade (43%) das empresas auscultadas oferece formação aos seus trabalhadores apenas uma vez por ano e 12% “nunca” a disponibiliza.

Já no que à internacionalização diz respeito, os dados demonstram que 56% das empresas analisadas não exportam e que 23% exportam apenas até 10% da sua produção.

Sobre os resultados, apesar do negócio a nível externo ter, ainda, pouca expressão, os números revelam uma situação de estabilidade, com três em cada quatro empresas a registar, atualmente, um crescimento nos pedidos de orçamento e com 73% dos inquiridos a afirmar que as margens de lucro cresceram nos últimos três anos; 

Refira-se que a amostra do estudo é composta essencialmente por micro e pequenas empresas – que representam 99% do tecido empresarial em Portugal –, destacando-se, neste ponto, as quase 60% que empregam menos de 10 trabalhadores (57%) e as 80% a apresentar volumes de negócio inferiores a dois milhões de euros. A este nível, é importante destacar, ainda, que 53 por cento das organizações auscultadas possuem carater familiar.

O estudo foi realizado a 130 empresas nacionais – de setores como a consultoria, hotelaria e restauração, medicina dentária e veterinária, transporte e tecnologia, assim como construção civil, agricultura e indústria têxtil –, amostra composta essencialmente por micro e pequenas empresas, que representam 99% do tecido empresarial em Portugal.

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